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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Futuro lançamento: Novo Troller T4 2015



Bem, amigos, vocês provavelmente conhecem o Troller T4, o jipe cearense da marca (que atualmente conta com somente um modelo na linha) que pertence à Ford. Lançado em 1999, com algumas mudanças visuais e mecânicas ao longo dos anos, o jipe ganhará uma segunda geração.


Percebe-se, mesmo sob pesada camuflagem, que as mudanças serão profundas no Troller T4. O estepe na traseira continua, mas os retrovisores são praticamente os mesmos da geração atual 



O novo Troller T4, que tem chegada prevista para julho continuará tendo sua carroceria de fibra, mas diferentemente da laminada que usa atualmente, o modelo 2015 usará fibra injetada em sua construção. Isso pode representar um salto de qualidade para o T4. E isso, quase que certamente, também representará um salto nos preços cobrados pelo modelo. Rumores dizem que o atual será vendido junto com a nova geração.

O modelo herdará elementos visuais do conceito TR-X, que foi mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, em 2012. Mas, não será 100% idêntico ao carro-conceito, ou seja, os retrovisores e grades futuristas deverão sair.

O novo T4 será equipado com o mesmo motor 3.2 litros turbodiesel de cinco cilindros da Ranger, de até 200 cv, que também emprestará o câmbio manual de seis marchas e a tração 4×4 com reduzida.


Novo utilitário brasileiro será inspirado no conceito TR-X da foto

Traseira do conceito Troller TR-X

A fábrica está sendo toda modernizada e os robôs para soldagem das novas longarinas estão sendo desenvolvidos.


Fonte: Autos Segredos


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

TOP 20: Os 20 Carros mais Vendidos do Brasil de todos os tempos

Bom, achei os dados dos carros mais vendidos de todos os tempos no Brasil em um site, tanto que o sucesso manteve vários deles em linha. A maioria dos números são estimados pelas montadoras, portanto os números foram arredondados. Segundo a fonte os veículos são esses:

Gol, o mais vendido no Brasil de todos os tempos
1) Volkswagen Gol      6.178.715 unidades
2) Fiat Uno                  3.200.279 unidades
3) Volkswagen Fusca   3.037.402 unidades
4) Fiat Palio                  2.595.763 unidades
5) Chevrolet Celta        1.700.000 unidades
6) Chevrolet Chevette   1.600.000 unidades
7) Chevrolet Classic      1.500.000 unidades
8) Volkswagen Kombi  1.439.453 unidades
9) Ford Corcel              1.300.000 unidades
10) Ford Fiesta*           1.200.000 unidades
11) Volkswagen Fox     1.097.525 unidades
12) Chevrolet Opala      1.000.000 unidades
13) Volkswagen Brasília 930.228 unidades
14) Chevrolet Monza 850.000 unidades
15) Fiat Siena 814.184 unidades
16) Ford Escort 611.248 unidades
17) Fiat 147/Spazio 536.591 unidades
18) Ford Ka* 500.000 unidades
19) Toyota Corolla 500.000 unidades
20) Honda Civic 462.617 unidades

*A Ford não soube informar quanto vendeu o Fiesta e o Ka nos anos anteriores a 2002.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Utilitário tracionado de matemático

Bom pessoal, faz um tempinho que não posto nada, mas achei uma imagem na internet que merece ser postada.

Quando um Mitsubishi Pajero GLX 2.8 TurboDiesel 1994 vira propriedade de uma pessoa que curte muito uma Matemática é isso que acontece, conforme a foto acima, retirada de um anúncio daqui do Brasil mostra (e por incrível que pareça não foi do Mercado Livre.

Se não conseguiu visualizar direito, abaixo tem o detalhe ampliado:
Faz todo o sentido, pois 4x4 = 16, mas só pecou em um detalhe: raiz quadrada de 16 é apenas 4 (deve ser para indicar apenas quantas rodas são motrizes ou para induzir a prova real do cálculo 4x4), mas foi "legal" (e engraçada) a iniciativa do cara. Não sei se o veículo já foi vendido, mas se foi, o novo proprietário provavelmente deve ter arrancado os adesivos de vergonha.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Série IPI, parte 2: A história recente das "Reduções de IPI" e o "Aumento dos importados"

Ao longo da história do Brasil, principalmente a recente teve promoções de IPI reduzido, até foi criado o Dia Nacional Sem Imposto (25 de maio), mas só achei na web coisas a respeito das reduções de IPI dos períodos de dezembro de 2008 até setembro de 2009 e de maio de 2012 em diante.

Mas primeiro vou começar com uma pergunta que deveria ser respondida para abrir os olhos do brasileiro.




Por que o governo propõe um programa temporário para reduzir o IPI? Qual a real intenção?

Para estimular as vendas de carros 0Km, que estavam diminuindo sensivelmente nos períodos anteriores às quedas do IPI (no primeiro período se deve à crise mundial), o governo aprovou um projeto temporário que visava diminuir o IPI e, consequentemente, o preço dos veículos. Como o consumidor não resiste à tentação das promoções e descontos, causa a ilusão de que o governo está sendo "bonzinho" e que a economia do país está muito "melhor". Mas o governo foi esperto: acabou diminuindo o preço dos carros, mas aumentou o número de veículos vendidos e causou um novo recorde de vendas em 2008 e 2009. Isso diminui o "prejuízo" do governo. Depois do período da "euforia" e da prorrogação da redução do imposto, as vendas pararam de crescer e começaram a encolher nos anos seguintes. Por isso foi feita uma nova "redução do IPI" em 2012, com o mesmo objetivo (e a mesma intenção e estratégia). Está acontecendo algo semelhante (inclusive a queda do preço dos usados e prejudicou quem havia comprado um 0Km antes das reduções de IPI), mas não se sabe se quebrá o recorde de vendas. Muitas vezes o povo se esquece que o governo só diminui um único de seus impostos de forma temporária, prova de que o governo continua charlatão e velhaco. O ideal seria se todos os impostos fossem reduzidos e de forma PERMANENTE, pois com o valor de impostos que pagamos éramos para ser um país de 1º mundo (isso que os desenvolvidos pagam muito menos impostos que a gente). Além disso o governo deveria parar de iludir o povo e começar a aplicar o dinheiro na educação, na saúde, na segurança, erradicar a pobreza, investir em infraestrutura, aumentar o salário mínimo e ainda sobraria muito dinheiro (milhões de brasileiros ganham somente R$622,00 e muitas vezes têm filhos para sustentar e pagar contas de água, luz, comprar comida e vestuário e não sobra nada no final do mês.



Por que houve um aumento no IPI dos importados a partir de dezembro de 2011?

A resposta para essa pergunta seria o protecionismo. Ao anunciar a medida, em setembro de 2011, o governo disse que a intenção era proteger a indústria automobilística nacional. Em termos de volume, Argentina e México são os principais fornecedores de carros importados para o Brasil -montadoras instaladas no país como General Motors, Fiat, Ford, Nissan, Peugeot Citroën e Renault trazer de plantas argentinas e mexicanas alguns modelos vendidos aqui. Além de serem excluídos do aumento do IPI, esses carros também conseguem escapar da taxa de importação por terem acordo comercial com o Brasil. Outro objetivo seria tentar atrair empresas ainda não instaladas no Brasil. Exemplos são as montadoras chinesas Chery e JAC e a alemã BMW, que pretende montar o novo Série 1 no Brasil. Os aumentos foram entre 1,5% a 18%, dependendo da montadora.



Os números das reduções:

                            2008
Motores                Valor antigo     Valor novo
Até 1.0                        7%                  0%
De 1.0 a 2.0               13%                6,5%
Acima de 2.0              25%                25%

                            2012
Motores                Valor antigo     Valor novo
Até 1.0                        7%                  0%
De 1.0 a 2.0 (flex)       11%               5,5%
De 1.0 a 2.0 (gas.)      13%               6,5%
Acima de 2.0              25%                25%
Utilitários                     4%                  1%

*Todos os valores não constam os 30% dos importados

Série IPI, parte 1: O que é o IPI? Como ele funciona?

Bom, meus amigos, vocês certamente já ouviram falar do imposto IPI, mas nem todos sabem o que é, como surgiu, e outras coisas. Realmente é um peso a mais em nossos bolsos, não só nos veículos, mas em tudo o que é industrializado (até mencionei esse imposto no post anterior). Antes de ver como ele é aplicado em automóveis, vamos conferir o que é o IPI e onde se aplica.

IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados



Introdução
O imposto sobre produtos industrializados (IPI) incide sobre produtos industrializados, nacionais e estrangeiros.
Suas disposições estão regulamentadas pelo Decreto 7.212/2010 (RIPI/2010).
O campo de incidência do imposto abrange todos os produtos com alíquota, ainda que zero, relacionados na Tabela de Incidência do IPI (TIPI), observadas as disposições contidas nas respectivas notas complementares, excluídos aqueles a que corresponde a notação "NT" (não-tributado).


Como funciona o IPI?

O IPI incide sobre a produção. Ao vender um produto industrializado incide uma alíquota - que varia de acordo com o produto - diretamente sobre o preço deste produto. Se a empresa que está adquirindo o produto for utilizar o mesmo para revendê-lo de alguma forma, irá utilizar o valor deste imposto como crédito no cálculo do IPI a pagar. É um imposto federal. Ou seja, a empresa propõe um preço, adiciona o valor IPI (a alíquota), diferente para cada categoria, depois o valor pago pelo consumidor é calculado pelas revendas, repassado à central da indústria e do valor dos impostos é repassado ao governo, que sai do dinheiro pago pelos consumidores (isso sem contar outras etapas, mas não achei muita coisa sobre o assunto).

O Conceito de Produto Industrializado
Produto industrializado é o resultante de qualquer operação definida no RIPI (Regulamento do Imposto sobre Produtos industrializados) como industrialização, mesmo incompleta, parcial ou intermediária. (você pode conferir os artigos desse regulamento neste website, onde estão contidos os artigos desse regulamento.  
Veja alguns deles no parágrafo seguinte:


Esse imposto atinge produtos industrializados na maioria de suas etapas: na transformação da matéria-prima, beneficiamento (modificação) do produto, na montagem de um novo produto, os industrializados que são embalados de forma que altere sua apresentação (exceto quando é apenas para o seu transporte) e os produtos reciclados nas indústrias.
Não são consideradas industrializações os alimentos não embalados(exemplos: em lancherias, sorveterias e outros de venda direta), confecções e produtos caseiros, artesanato, manipulação de remédios, construções, instalações (oleodutos, usinas de energia, de redes de telefonia, etc.), instalação de novas indústrias, montagem de óculos, conserto ou restauração de produtos, dentre outros.
Os estabelecimentos comerciais são os que executam qualquer uma das operações de industrialização, que resultam em produto tributado. Os estabelecimentos comerciais são: importadoras de produtos, bem como venda em suas filiais e no varejo, venda de produtos às firmas feitos por terceiras para construírem outros, como a remessa de matérias-primas e embalagens e os atacadistas, em alguns casos.
Produtos industrializados isentos do IPI: Livros, Jornais e o papel destinado à sua impressão, produtos industrializados destinados ao exterior, ouro, energia elétrica, derivados do petróleo, combustíveis e minerais nacionais.
São obrigados a pagar como contribuintes: os importadores, empresas (ou pessoas jurídicas) e estabelecimentos industriais.
Fato gerado do IPI é desembaraço aduaneiro (quando a Receita Federal libera um produto importado) de produtos estrangeiros. O período de apuração do IPI é mensal e o recolhimento se dá até o 25º dia. Se o dia de vencimento não for útil, considerar-se-á antecipado para o dia útil antecedente.

ATENÇÃO: nem todo produto isento de IPI, industrializado ou não, é isento de IPI. Sempre há algum outro imposto...

Mais tarde postarei postarei sobre o IPI nos carros e como foi aplicada sua redução.

domingo, 29 de julho de 2012

Os carros mais baratos do Brasil

Vocês talvez tenham visto meu post anterior que tratava dos Carros de série mais caros do Mundo, mas agora, voltando para o outro extremo da moeda, veremos os Automóveis mais baratos de nosso país, pois são poucos que podem ter um carro exclusivo e completo. Algumas coisas são surpresas, outras já eram previstas. Quais são os 0Km que mais cabem no bolso do brasileiro (sei que nem todos podem financiar um carro novo, mesmo com a facilidade de hoje em dia). Vamos conferi-los:


O preço mais baixo é talvez o chamariz de venda mais eficiente do mercado automobilístico brasileiro, que é abastecido basicamente de veículos compactos populares. São automóveis simples e de desempenho fraco, sem nenhum arrojo visual e quase sempre mal equipados. Mesmo assim caem nas graças do povo.

A lista dos 10 carros mais acessíveis à venda no Brasil, atualizada em maio, é composta por modelos que não empolgam praticamente sob nenhum aspecto, exceto quando o assunto é economia. Mesmo assim, há quem prefira essa alternativa a ficar a pé. Confira a lista:


1 – Ford Ka (R$ 23.600)

Recém chegado ao primeiro posto com uma vantagem de R$ 50 em relação ao segundo colocado, o Ford Ka é, digamos, um projeto que já “se pagou”, pois a marca consegue apostar em valores mais baixos e competitivos com o produto. Lançada em 2008, a segunda geração do compacto vendido no Brasil tem boa dirigibilidade e mecânica 1.0 eficiente, sobretudo no consumo de combustível, mas deixa muito a desejar na qualidade do acabamento e no nível de equipamentos de série.


2 – Fiat Mille (R$ 23.650)





O antigo Uno, hoje Mille, segue firme e forte entre os “baratinhos” do mercado. Projeto antiquado, mas ainda inteligente, o clássico compacto da Fiat ainda é um dos ponteiros quando o assunto é ergonomia, bom aproveitamento do espaço interno e munido do suporte de uma enorme rede de concessionárias por todo país.


3- Effa M100 (R$ 24.980)

O “milagre” dos carros chineses não é o preço baixo, mas sim este valor inferior aliado a um veículo muito bem equipado. O Effa M100, o chinês mais barato à venda no Brasil, já traz de fábrica freios ABS, airbag duplo frontal, ar-condicionado, vidros elétricos, rádio, além de ter quatro portas. A qualidade do produto, entretanto, é altamente questionável, apesar de seu visual ser até agradável – quem assina o design é o estúdio italiano Bertone. Outro ponto fraco do carro é a fraca rede de lojas da Effa, ainda se estabelecendo.
O chinês Effa M100 vem equipado, mas a qualidade de sua construção não é das melhores


4- Chery QQ (R$ 24.990)



Cópia do coreano Daewoo Matiz, o Chery QQ se dá bem justamente por isso. Outro projeto chinês de qualidade questionável, o compacto ao menos é um carro inteligente do ponto de vista de mobilidade urbana e ergonomia. Seu atrativo, a exemplo do M100, são os equipamentos de série, cuja lista inclui itens de segurança e conforto que nos modelos nacionais são (caros) opcionais, isso quando são oferecidos. O motor 1.1, porém, funciona apenas com gasolina e o rendimento é fraco.


5- Renault Clio (R$ 25.300)



Pode se dizer que o Clio, apesar de não ser novidade, é um suspiro de design diferenciado na categoria dos carros baratos. De origem francesa, o modelo é bem desenhado por fora, mas por dentro fica devendo mais espaço para os passageiros do banco traseiro e bagagem. A versão de entrada, Campus, traz poucos itens de série, mas agrada com o desempenho do motor 1.0 flex de até 77 cv, de baixo consumo.
O Clio é um carro popular com design mais ousado; traz também um bom motor, mas é mal equipado


6 – Chevrolet Celta (R$ 26.008)


Modelo de entrada da GM no Brasil, o Celta possui um dos motores 1.0 flex mais confiáveis e eficientes da categoria (77 cv) e um desempenho razoável muito por conta de sua carroceria leve (860 kg). Espaço e acabamento interno, em contrapartida, são os pontos fracos do carro, assim, mais uma vez, como a pequena lista de equipamentos. Por outro lado, a rede de manutenção transmite mais segurança.


7 – Fiat Uno (R$ 26.880)


A nova geração do Uno – o antigo virou Mille em definitivo – é um dos automóveis mais avançados de sua categoria e ainda pode ter seu visual incrementado com diferentes combinações de adesivos pela carroceria. O motor 1.0 Fire Evo também apresenta bom rendimento e o interior tem espaço razoável e acabamento que “dá para o gasto”. Outro ponto positivo do carro é seu baixo valor de manutenção e o bom apoio da rede.
O Uno é dos poucos modelos populares que oferecem a opção de personalização externa.


8 – Volkswagen Gol Ecomotion (R$ 26.960)
O projeto já está mais do que cansado, mesmo assim o Gol (o G4) continua sendo um dos carros mais destacados entre os modelos mais baratos do mercado brasileiro. A versão Ecomotion, como bem diz o nome, apela para lado da ecologia com recursos para reduzir o consumo de combustível: são detalhes de motor, câmbio, aerodinâmica, pneus... Com gasolina o modelo pode rodar mais de 18 km por litro.

9 – Chevrolet Classic (R$ 27.573)


Único sedã da lista, o Classic é a opção mais em conta para quem precisa de um automóvel com porta-malas mais avantajado. O bagageiro leva 390 litros, deixando para trás o aperto dos compactos. A mecânica é a mesma do Celta (motor 1.0 flex VHC E) apesar do veículo ser uma variação do antigo Corsa (modelo B de 1994), que era um bom carro. O suporte da Chevrolet por todo país ainda é outro atrativo.
O porta-malas é a grande vantagem do Classic: o compartimento leva até 390 litros


10 – Nissan March (R$ 27.790)


A lista dos mais baratos, quem diria, tem até um carro japonês. O March, importado do México isento do IPI elevado, é um dos carros mais atuais da categoria e a marca ousa em sua estratégia de vendas. O compacto da Nissan na versão de entrada já vem equipado com airbag duplo frontal, direção com assistência elétrica e computador de bordo, itens, como vimos, que raramente aparecem nesse segmento.

Obs.: Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos automóveis, o imposto passa de 7% para 0% (nacionais) e de 37% para 30% (importados), ambos para carros de até 1000 cilindradas. Porém, a redução do IPI dura provavelmente até o final de Agosto. A partir daí os preços antigos poderão voltar, talvez com um pequeno aumento em comparação com os preços anteriores à redução (os destacados neste post).

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Preço de carro no Brasil é praticamente o dobro dos EUA; compare aí



Estou trazendo um artigo feito pelo blog do Estadão sobre a disparidade entre o preço dos nossos caros carros e dos baratos norte-americanos:

O mesmo carro no Brasil custa o dobro ou até mais em comparação com o preço nos Estados Unidos, segundo levantamento feito por Alcides Leite, colaborador do blog Radar Econômico.


O Toyota Corolla GLI 1.8 mecânico, por exemplo, sai por R$ 65.959 no Brasil, equivalente a US$ 39.500. Já o consumidor nos EUA paga entre US$ 17.300 a US$ 19.000, a depender do imposto em cada Estado norte-americano (lembrando que cada estado americano tem artigos de legislação próprios, além dos federais).


Com este post, o blog Radar Econômico inicia uma série sobre preços praticados no Brasil e em outros países. Leite pesquisará dados disponíveis na internet e fará os cálculos que permitem uma comparação confiável.


Aqui no esquema abaixo estão os valores dos carros na média dos impostos nos estados dos EUA e o valor dos carros praticado em todo o Brasil. Todos são veículos equivalentes.
Sedans médios
Brasil: Toyota Corolla  GLI 1.8 mecânicoUS$ 39.500 (R$ 65.959)*
EUA: Toyota Corolla 1,8 mecanicUS$ 18.150

Brasil: Honda Civic LXS 1.8 mecânicoUS$ 39.916 (R$ 66.660)*
EUA: Honda Civic DX mecanicUS$ 16.595

Brasil: Nissan Sentra 2.0 L mecânicoUS$ 31.736 (R$ 53.000)*
EUA: Nissan Sentra 2.0 mecanicUS$ 16.325

Sedans grandes
Brasil: Hyundai Azera GLSUS$ 50.898 (R$ 85.000)*
EUA: Hyundai Azera GLS US$ 26.765


Brasil: Ford Fusion 2.5 SEL    
EUA: Ford Fusion 2.5 SEL                             


US$ 41.750(R$ 84.500)**
US$ 25.425
SUVs médios
Brasil: Toyota RAV4 2,4L 4-CilUS$ 54.491 (R$ 91.000)*
EUA: Toyota RAV4 2WD 2,5L 4-cylUS$ 22.025 a US$24.000

Brasil: Honda CR-V LX MT 2.0 4x2 

US$ 41.460 (R$83.920)**
EUA: Honda CR-V 2WD LX 2.0 MTUS$ 22.495

*Cotação de 2011
**Cotação atual

Galeria de imagens:

Sedans Médios
Toyota Corolla
Honda Civic

Nissan Sentra

Sedans Grandes: 
Hyundai Azera

Ford Fusion

SUVs médios:
Toyota RAV4

Honda CR-V

Opinião final de Malcon Silveira:
É um absurdo o que o governo brasileiro cobra pelos nossos automóveis, que enquanto os americanos possuem carros médios ao mesmo preço dos populares brasileiros, que são bem mais atrasados em tecnologia. Enquanto nós babamos por um Fusion ou por um Civic, eles os têm como carros normais do dia-a-dia deles. Levando em conta que há o lucro das montadoras maior sobre nossos carros, somado com nossos impostos altíssimos tem como resultado o dobro do valor em relação à terra do Tio Sam. Isso sem contar que o salário mínimo deles é muito maior que o nosso. Por isso é que vemos muitos carrões em filmes e seriados norte-americanos. Dá inveja, né gente?