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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Lotus lança Elise S Cup por R$ 172 mil na Alemanha e Reino Unido

A Lotus apresentou oficialmente o Elise S Cup. O modelo, descrito com um carro para o dia a dia e para a estrada, é fortemente influenciado pelo Elise S Cup R. O esportivo conta com um kit aerodinâmico que inclui difusores e aerofólio traseiro, o que aumenta o downforce para 66 kg a 161 km/h e 125 kg na velocidade máxima de 225 km/h. Além dos ajustes aerodinâmicos, o carro vem equipado com um motor de 1.8 litro e quatro cilindros, capaz de produzir 217 cv de potência e 25,39 kgfm de torque. Completa a motorização um câmbio manual de seis velocidades. Com isso, o esportivo faz de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos.
Fotos: Divulgação

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

10 Carros com nomes de lugares

Carros não têm seu nome escolhido por acaso. Uns são apenas numeração do motor, código do projeto série ou classe de modelo com números, letras ou a combinação de dois ou mais desses fatores, tais como o BMW 320, Peugeot 206, Fiat 147, Scion xB. Outros têm nomes de adjetivos ou derivados(Chrysler Imperial, Opel Speedster, Hyundai Veloster, Nissan Cube, AMC Matador) ou substantivos (Simca Tufão, Volkswagen Polo, Ford Focus, Fiat Linea). Há ainda que se derivam do nome da montadora (Chevrolet Chevette, DKW-Vemag Vemaguete, Chevrolet Chevy 500). Você já deve saber disso. Agora você já percebeu que existem carros com nome de lugares? Então iremos ver 10 deles na lista abaixo.


1. Hyundai Tucson - O Tucson é um utilitário esportivo de origem coreana da Hyundai, também fabricado no Brasil. Enquanto no Brasil o nome se refere somente à primeira geração, em muitos mercados o nome Tucson se refere também à segunda geração (conhecida no Brasil como Hyundai ix35 para não confundir com o Tucson antigo, pois os dois ainda são vendidos juntos no Brasil).
Tucson é a segunda cidade mais populosa do estado norte-americano do Arizona, fundada em 1775.


2. Volkswagen Brasília - A Volkswagen Brasília é um misto de hatch com perua (devido ao incentivo fiscal de carros utilitários na época) lançado em 1973, que deixou de ser fabricado em 1982, em uma única geração. Foi exportado para outros países latino-americanos e tinha um similar na Europa, o Typ 3, com um design diferente. A Brasília era refrigerada a ar com um motor boxer e tinha. um bom porta-malas na frente. Mesmo sendo tão antigo, ainda não é visto por muitos como carro clássico.
Brasília é a capital federal do Brasil e do Distrito Federal, fundada em 1960, a pedido de Juscelino Kubischeck. localizada na região Centro-Oeste do Brasil e é famosa por ser a "capital dos políticos corruptos". 

Acreditem: isto não é uma nova S10. É uma new Colorado.
3. Chevrolet Colorado - Chevrolet Colorado é o nome de uma pickup média dos EUA, lançada em 2004, junto com sua "irmã gêmea" GMC Canyon. Também é fabricada na Tailândia. Sua segunda geração é a nossa nova S10, lançada ano passado, tendo o nome de Colorado por lá.
O Colorado é um dos 50 estados dos Estados Unidos, localizado na região dos estados das Montanhas Rochosas. Geograficamente, é marcado pela presença desta cadeia montanhosa, inclusive com algumas das mais altas da mesma.
4. Lotus Europa - AO Lotus Europa é um  carro esportivo leve inglês (apesar de Europa em inglês ser Europe), de motor central, lançado em 1965 e deixou de ser fabricado em 1975.Ele tem um design muito curioso, apesar que de perfil ele possui um bonito design. Parece ter um grande caixote nas costas e um pequeno vidro traseiro que lembra uma picape. Pode ser uma solução aerodinâmica. O vidro lateral não podia ser aberto nas primeiras versões, para desespero dos motoristas em dias quentes. Até foi lançada uma nova geração em 2006, como uma variação de design do Lotus Exige, mas durou menos que o antigo. Durou apenas 4 anos.  
A Europa é um dos seis continentes do mundo e um dos mais desenvolvidos, além de ter influenciado a cultura mundial.


5. Chevrolet Malibu - O Malibu é um modelo de porte grande (médio nos EUA) norte-americano da Chevrolet. O modelo surgiu em 1964, antes da cidade californiana ser emancipada, como uma versão de luxo do Chevelle. Em 1978, ganhou vida própria, com direito a uma família, composta por um sedan, um coupé e uma station wagon. Saiu de linha em 1983, quando foi substituido pelo Celebrity. Voltou ao mercado em 1996 para concorrer com Ford Taurus e seus similares japoneses: Honda Accord, Toyota Camry, Nissan Altima, entre outros modelos. O Malibu começou a ser vendido no Brasil em 2010, entre o Chevrolet Vectra e o Omega australiano. Aliás, o Malibu teve vendas muito fracas no Brasil desde o início. 
Malibu é uma influente cidade com uma praia, na Califórnia, costa oeste dos Estados Unidos. Foi emancipada em 1991.

6. Chrysler Sebring -
O Chrysler Sebring é um modelo de porte médio fabricado desde 1995 nos EUA, sendo exportado para Europa e Ásia. Teve versões sedan, coupé e conversível nas duas primeiras gerações, apenas sedan na terceira, mas saiu de linha em 2010 para dar lugar ao Chrysler 200 (na verdade, é a terceira geração do Sebring  com atualizações e outro nome). 
Sebring é uma cidade localizada no estado americano da Flórida, fundada em 1912 com pouco mais de 10 mil habitantes.

7. Ferrari California -
A Ferrari, como de costume, lançou um carro com nome de algum lugar, mas vamos dar destaque à Ferrari California, que não usa números junto ao nome (como por exemplo a Ferrari 458 Italia). É um esportivo italiano conversível de 4 lugares, lançado em 2008, fabricado na famosa fábrica de Maranello. É a primeira Ferrari com motor central-dianteiro, também é a primeira da marca com teto de metal conversível (deixando com aspecto de coupé quando fechado [ver foto]), primeira com câmbio de dupla embreagem de 7 marchas e primeira a ter injeção direta. Aliás, um veículo de muitas primazias dentro da marca do Cavallino Rampante.  
A Califórnia é um dos 50 estados dos EUA, localizado na região dos estados do Pacífico. É o estado mais populoso do país, com 37 253 956 habitantes e é o terceiro em superfície, atrás apenas do Alasca e do Texas. A Califórnia é o maior centro industrial dos Estados Unidos e líder nacional na produção de produtos agropecuários.

8. Fiat Siena  - O Siena é a versão sedã do Fiat Palio. É fabricado pela Fiat no Brasil, Argentina, Índia, Turquia, África do Sul, China e Vietnã, além de ser produzido sob licença na Coreia do Norte, com o nome de Pyonghwa Hwiparam. A primeira "geração" era considerada sem graça e não foi muito vendido. A segunda teve índices melhores de vendas e o sucesso se consolidou a partir da terceira e virou um dos carros mais queridos pelos taxistas. Ele possui um porta-malas grande para seu tamanho (500 litros). O carro tem uma versão chamada TetraFuel, com possibilidade de quatro combustíveis diferentes (na verdade eram três: gasolina brasileira, gasolina pura, etanol (álcool) e GNV (Gás Natural Veicular). O carro ganhou uma nova geração maior, mais espaçosa, com um porta-malas maior ainda, mais caro que o antigo (que ainda é vendido ao lado do novo).
Siena (em português também conhecida como Sena) é uma cidade na região da Toscana, na província de Siena, com cerca de 52.775 habitantes, com uma densidade populacional de 447 hab/km², uma taxa altíssima.

9. Hyundai Santa Fe - Outro Hyundai com nome de cidade americana, lançado em 2000 como modelo 2001. O utilitário esportivo é maior que o Tucson, e menor que o Veracruz, modelo que está sendo sucedido pela versão de 7 lugares do Santa Fe de terceira geração, que chegará em breve em nosso país. A segunda geração, de 2007, foi a mais bem sucedida em território brasileiro, de visual bonito (e a lábia da CAOA de anunciar equipamentos para todos que só estão presentes na versão topo-de-linha). A primeira geração não é lá muito bonita e a terceira agrada pela sua "escultura fluída".
Santa Fé é a capital do estado norte-americano do Novo México, de 68 mil habitantes.

10. Mercury Milan - O Milan, modelo totalmente desconhecido por aqui, da extinta Mercury, é na verdade, feito na base do Ford Fusion com um design e emblema diferentes, inclusive os dois eram fabricados na mesma planta, em Hermosillo, no México. Como a Mercury não tem prestígio nenhum no Brasil (e ser de uma marca mais luxuosa, pois é uma versão com melhor acabamento e mais caro que o Ford). O carro durou de 2005 (modelo 2006) até início de 2011, quando a marca foi extinta. Tinha a mesma motorização do Fusion.
Milão (em italiano: Milano; no milanês: Milan) é uma comuna italiana, capital da região da Lombardia, província de Milão, com cerca de 1 308 735 habitantes. A área urbana de Milão é a quinta maior da União Europeia, com uma população estimada em 4 300 000 habitantes.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Conheça o Lotus Exige V6 Cup R !

Modelo é voltado para competições esportivas

A Lotus apresentou hoje o Exige V6 Cup R, voltado especialmente para competições esportivas.


O V6 Cup R é baseado no Exige V6 Cup, só que com melhorias aerodinâmicas como splitter dianteiro, difusor traseiro e freios AP-Racing. Por dentro, esse Exige conta apenas com um banco, que é o do motorista. Além disso, ele traz cinto de segurança de seis pontos e extintor de incêndio.
O motor do Lotus Exige V6 Cup R é um 3.5 de 366 cv, com transmissão manual de seis marchas. Ele vai de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos, com velocidade máxima de 274 km/h.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Carros de História: Lotus Elise

O Lotus Elise foi lançado em 1996, sendo mostrado no Salão de Genebra daquele ano.
Design ousado o fez ficar famoso.
Versão 160, a primeira do carro.
Type 49, versão que chegava a 150 cv.
Hoje falaremos do Lotus Elise, um ícone esportivo há 16 anos. Desde a 1ª geração, ao facelift da 2ª geração.

A filosofia de design da Lotus é "A Performance através de peso leve", uma filosofia adaptada pela primeira vez pelo fundador da Lotus, Colin Chapman. O lema da Lotus foi feito para obter um desempenho muito alto com carros leves, apesar de suas saídas de potência relativamente modesto, com uma forte ênfase na pureza e condução dinâmica.

O resultado é um carro esportivo que na forma de produção em 1996, pesava apenas 720 kg . Compare isto com um Porsche Boxster, que também é considerado um carro esporte extremamente leve, mas pesa quase o dobro: 1.250 kg.

Como resultado, a aceleração do Lotus Elise (0-100 km/h em 5.8s) em frenagem, curvas, e o consumo de combustível (todos são melhorados pela redução no peso de um carro) foram surpreendentes para o motor apagar modestos 120 cv, em comparação com a 201 cv produzido pelo Porsche Boxster de 1997, apesar da alta tecnologia, que representava um custo acessível de propriedade para os amantes de carros esportivos em um orçamento que ainda queria desempenho e aparência.

Além do "padrão" de alto desempenho variantes listados abaixo, a Lotus também lançou alguns modelos de edição limitada, como: Sport 135 (anos 98/99) com cerca de 145 cv, Sport 160 (2000), com 150-160 cv e Sport 190 (190 cv). Estes foram mais competentes na pista com suspensão desportiva, rodas e pneus, e assentos conforme o modelo. Houve outras edições especiais que foram, basicamente, tratamentos estéticos, como a 50th Anniversary Edition (verde/ouro) comemorando 50 anos da Lotus, o Type 49 (vermelho e branco de dois tons), e o Type 72 (preto/ouro) para recordar o êxito de seus tipos de carros em Grand Prix.
A versão de 1999 se diferenciava da de 1996.
O spoiler ficou com mais destaque em 1999.
O Elise original, chamado de Série 1, foi aumentado por uma rápida edição chamada de 111, em homenagem ao número da  Lotus Elise na  M111. O 111 foi introduzido no início de 1999 e continha um motor VVC Rover K-Series com a cabeça modificada e tecnologia VVT produzindo um tipo declarado de 143 cv em vez do padrão Rover 1.8 K-series 118 cv, juntamente com uma caixa de câmbio mais perto de relação e de unidade menor. Também teve mais estofo nos assentos. O 111 também recebeu algumas alterações estéticas como: cobre faróis, spoiler traseiro, discos de freio perfurados em cruz enroladores, rodas de liga leve e um novo desenho das rodas.
Mudança radical em 2002 o deixou com mais cara de esportivo.
O Elise voltava a ficar famoso, mas agora pelo visual e pelos faróis duplos em cada lado da dianteira.
A Série 2 era muito boa em curvas.
O painel era meio... anos 90.
Anunciado dia 9 de outubro de 2000, a Série 2 do Elise foi a Série 1 redesenhada, usando uma versão ligeiramente modificada do Série 1 e o motor K-Series mesmo com uma nova marca Lotus.

A Série 2 também está disponível como um modelo 111, com a tecnologia do motor VVT. Também lançado foi o Sport Lotus 160, que é um Lotus 111 Série 2 com o pacote adicional de manuseio. Os modelos 111 foram interrompidos em 2005.
Em 2004, o Elise ganhava novas versões.
A Lotus, fabricante de alguns dos maiores carros do mundo esportivo, revelou seu mais alto desempenho do Lotus Elise, no entanto, o 1.8 111R, equipado com um motor de alta tecnologia que permite que ele acelere de 0-100 km/h em 4,9 segundos. Velocidade máxima é de 210 km/h.

O Lotus Elise 111R foi lançado em 2004 "para oferecer uma combinação de design premiado, o poder e a acessibilidade para aqueles que procuram possuir um maior desempenho no Lotus Elise como o seu carro, todos os dias."

Na cidade, o novo 111R é compacto e poderoso o suficiente paradentro e fora do tráfego, enquanto o sistema de som soft-top e Blaupunkt torna-o perfeito para aqueles de capô baixo. Fora da cidade, o 111R é a raça pedigree, com uma direção e suspensão set-up que permite ao condutor abraço antes de perfurar para fora sobre a reta.

Para equilibrar a potência extra sob o capô, a Lotus desenvolveu um sistema melhorado de frenagem. Pela primeira vez, freios ABS vem como padrão em um Lotus Elise, para fazer parar o 111R tão fácil como se acelerando.

Ansar Ali, gerente geral da Lotus, disse: "O 111R é um carro para quem procura o estilo e inovação do Lotus Elise, mas querem maior desempenho, sem dúvida. O novo motor e set-up entregam manipulação sem igual em sua classe. Com o 111R esperamos que conseguimos nossa unidade mais emocionante verdadeira, e viciante ainda".

Elise S, lançado em 2007.
Versão marcada pela cor azul.
A perda do motor série K criou um buraco na carteira Lotus "e seu desaparecimento a partir do intervalo não foi uma boa notícia para os amantes do carro esportivo. O desafio de "ligar o gap" agora foi espetacularmente dirigido com o lançamento do Lotus Elise S, que faz de 0-100 km/h em 6.1s. A Lotus tem uma tecnologia alta, e pegou o motor 1.8 de 230 cv CVT da  Toyota, que complementa perfeitamente as características de manipulação fenomenal do Lotus Elise. Isto proporciona uma quebra do de nível de entrada, capaz de levá-lo 0-100 km/h  em apenas 5.8 s de indução segundos e velocidade máxima de 205 km/h.
O Lotus Elise S não pode ser o mais rápido Elise , mas a aceleração, desempenho e manuseio é líder na sua classe em sua faixa de preço e desmente a substância custo real e engenharia para o novo veículo - para efeito de comparação, um 2.0 do Mazda MX-5 atinge a mesma velocidade em 7.9 segundos. 
Versão em homenagem a Jim Clark, lançada em 2008.
Em homenagem aos títulos de Jim Clark, a Lotus, em associação com a clássica Equipe Lotus, a marca produziu o Lotus Elise SC Clark Type 25, com uma doação para cada um desses carros especiais vendidos indo para o Jim Clark Memorial Fund. Este Elise, limitado a apenas 25 carros no Reino Unido (25 sendo o número de seu F1 em 1963 e seu número da sorte) foi autorizada pela família de Clark e coincide com o 40º aniversário da morte de Jim Clark em Hockenheim, em 1968.

O Lotus Elise SC Type 25 foi lançado no The Scottish no dia 8 de Junho de 2008 e fez parte de um tributo em um fim de semana longo para Jim Clark.
Não precisa nem dizer o diferencial da versão Eco do Elise.
O Lotus Eco Elise Project promove uma perspectiva diferente sobre "verde", um que não gira apenas em torno de escape de CO2. Esta abordagem holística está em sintonia com a cultura progressiva Lotus, conduzindo a Lotus para se tornar verde de consultoria do mundo automotivo.

Materiais sustentáveis​​, lã e adesivos Eco foram desenvolvidos para paineis de carroceria e acabamento e, combinado com o Hi-tech, com tinta à base de água. As credenciais verdes da tecnologia em exposição no Lotus Eco Elise foram analisados ​​ao longo do ciclo de vida do carro.

Um display de mudança de engrenagem verde foi integrado no painel de instrumentos para promover mais condução verde, bem como um programa de redução de peso, ilustrando a abordagem holística tomada. A energia gasta para fabricar o carro foi avaliada, trabalhando para os 3 Erres - Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

De acordo com o "desempenho por meio de leve", o Lotus Eco Elise pesa 32 kg menos do que o padrão Lotus Elise S, o que significa que o motor do Elise S eficiente no Eco Lotus Elise deu números maiores em economia de combustível e desempenho ainda melhor.
O Elise Concept foi mostrado em 2010 e virará realidade em 2015.
Sobre o Elise Concept: esteticamente é definitivamente agradável aos olhos, é órgão de direção ousada dá-lhe dicas sutis do Lotus Elise de velho por isso ainda parece um toque familiar, mas ao mesmo tempo, não poderiam ser mais diferentes.

Talvez um pequeno exemplo de como o carro mudou ajudaria. Além de um estilo forte, a praticidade do carro teve uma grande reformulação também com melhorias importantes feitas para a entrada e a saída - em termos simples, não acrobacias mais, mas ainda toda a diversão que você espera do Lotus Elise.

Dany Bahar, CEO do Grupo Lotus, disse: "Nós trabalhamos muito duro para conseguir o Elise 2015 exatamente certo, é o nosso carro de nível de entrada por isso precisa dar uma introdução à experiência de condução da Lotus". Ele faz de 0-100 km/h em 4.3 segundos."
O Elise recebeu um facelift no meio de 2010 e...
...mudou pouco mas...
...ficou mais moderno.
O Lotus Elise revolucionou o mercado esportivo há 16 anos quando o pequeno esportivo leve ágil de 2 lugares. Ao garantir que o Lotus Elise foi preso rigidamente nos valores Lotus de núcleo de desempenho através de peso leve, o Lotus Elise foi capaz de produzir o desempenho supercar com economia da cidade de carro.

Fazendo sua estréia no Salão do Automóvel de Genebra, o modelo 2011 do Lotus Elise introduz uma série de alterações e melhoramentos em manter sua posição de classe dirigente.

Uma evolução percebida por poucos

O corpo do novo Lotus Elise 2011 é uma evolução do design ícone do Elise, mantendo o caráter e estilo, oferecendo uma postura proposital e um olhar puro e contemporâneo, que o liga ao irmão mais novo, o Evora. Tal como acontece com todos os carros Lotus, o projeto é uma excitante mistura de estilo dramático e eficiência funcional.

O 1.8 saiu, e deu lugar a um 1.6 de 280 cv, uma modificação do 1.6 do europeu Toyota Yaris.

PS: Desculpem o atraso da matéria, mas no domingo estava dando erro no login do meu blog. Mas, nós não engolimos mosca e posto hoje a postagem prometida.