Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercado. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ranking dos 100 carros e comerciais leves mais vendidos de julho de 2012

A Fenabrave já divulgou o levantamento dos carros mais vendidos em julho de 2012. Foram 351.436 unidades vendidas no último mês, um aumento de de 3,1% em relação ao mês de junho.
A Fiat segue como líder de mercado, com 84.132 unidades comercializadas, seguido da Volkswagen, com 78.269 e da GM, com 59.269.

Do primeiro colocado, o Volkswagen Gol, com suas 29.413 unidades vendidas, até o recém chegado Chevrolet Spin, com 387 carros comercializados, temos a lista dos 100 modelos de carros e comerciais leves mais vendidos no mercado nacional em julho.

Nas primeiras posições não há novidades, mas tem algumas surpresas na lista, como o bom desempenho da picape S10, décima sétima colocada no mês com 4.749 unidades vendidas. Confira.


Pos.
Marca / Modelo
Vendas
1º
 VW/GOL
29.413
2º
 FIAT/UNO
28.266
3º
 VW/FOX
19.555
4º
 FIAT/PALIO
17.815
5º
 GM/CELTA
13.672
6º
 FIAT/SIENA
12.235
7º
 FORD/FIESTA HATCH
10.953
8º
 FIAT/STRADA
10.388
9º
 RENAULT/SANDERO
9.325
10º
 VW/VOYAGE
8.886
11º
 GM/CLASSIC
8.422
12º
 VW/SAVEIRO
6.444
13º
 GM/COBALT
6.412
14º
 TOYOTA/COROLLA
5.635
15º
 HONDA/CIVIC
5.057
16º
 GM/MONTANA
4.749
17º
 GM/S10
4.749
18º
 FORD/FIESTA SEDAN
4.347
19º
 RENAULT/DUSTER
4.185
20º
 FORD/KA
4.126
21º
 GM/AGILE
4.104
22º
 GM/PRISMA
4.039
23º
 NISSAN/MARCH
3.842
24º
 GM/CRUZE SEDAN
3.731
25º
 HONDA/FIT
3.688
26º
 TOYOTA/HILUX
3.441
27º
 HONDA/CITY
3.332
28º
 PEUGEOT/207
3.314
29º
 FIAT/PUNTO
3.137
30º
 RENAULT/LOGAN
2.995
31º
 GM/CORSA HATCH
2.967
32º
 FORD/FOCUS HATCH
2.816
33º
 CITROEN/C3
2.774
34º
 NISSAN/VERSA
2.587
35º
 VW/KOMBI
2.533
36º
 VW/SPACEFOX
2.531
37º
 FORD/ECOSPORT
2.155
38º
 MITSUBISHI/L200
2.149
39º
 NISSAN/FRONTIER
2.141
40º
 FIAT/IDEA
2.075
41º
 HYUNDAI/TUCSON
2.057
42º
 FORD/NEW FIESTA HATCH
1.999
43º
 FIAT/PALIO WEEKEND
1.875
44º
 RENAULT/CLIO HATCH
1.868
45º
 VW/JETTA
1.851
46º
 HYUNDAI/I30
1.846
47º
 MITSUBISHI/PAJERO
1.826
48º
 GM/CRUZE HATCH
1.760
49º
 VW/GOLF
1.663
50º
 VW/AMAROK
1.563
51º
 FIAT/DOBLO
1.554
52º
 HONDA/CR-V
1.543
53º
 VW/POLO SEDAN
1.527
54º
 HYUNDAI/IX35
1.353
55º
 GM/MERIVA
1.348
56º
 RENAULT/FLUENCE
1.306
57º
 CITROEN/C3 AIRCROSS
1.298
58º
 NISSAN/LIVINA
1.279
59º
 PEUGEOT/207 SEDAN
1.236
60º
 FIAT/FIORINO
1.207
61º
 GM/SONIC SEDÃ
1.143
62º
 PEUGEOT/308
1.137
63º
 FIAT/500
1.130
64º
 NISSAN/TIIDA
1.105
65º
 MITSUBISHI/ASX
1.081
66º
 FIAT/DUCATO
1.034
67º
 RENAULT/MEGANE G.TOUR
1.028
68º
 VW/POLO HATCH
1.025
69º
 KIA/SPORTAGE
1.009
70º
 FORD/NEW FIESTA SEDAN
984
71º
 NISSAN/SENTRA
975
72º
 FIAT/BRAVO
952
73º
 RENAULT/MASTER
935
74º
 TOYOTA/HILUX SW4
876
75º
 CITROEN/C3 PICASSO
868
76º
 FIAT/FREEMONT
854
77º
 MITSUBISHI/LANCER
807
78º
 HYUNDAI/HR
805
79º
 KIA/CERATO
773
80º
 HYUNDAI/ELANTRA
751
81º
 FIAT/LINEA
747
82º
 FIAT/IDEA ADVENTURE
726
83º
 PEUGEOT/408
721
84º
 JAC/J3
654
85º
 RENAULT/SYMBOL
654
86º
 GM/CAPTIVA
632
87º
 CHERY/QQ
599
88º
 CITROEN/C4
597
89º
 KIA/PICANTO
587
90º
 FORD/COURIER
559
91º
 GM/SONIC HATCH
540
92º
 FORD/FUSION
539
93º
 KIA/SORENTO
537
94º
 VW/TIGUAN
513
95º
 HYUNDAI/VELOSTER
463
96º
 GM/ZAFIRA
454
97º
 M.BENZ/C180
441
98º
 SUZUKI/GVITARA
402
99º
 JAC/J3 TURIN
395
100º
 GM/SPIN
387


Para você tirar as dúvidas quanto às categorias, selecionamos os líderes de algumas categorias:

Hatch popular:
Volkswagen Gol
As vendas aqui se referem da soma dos modelos "G4" e "G5".  O modelo reestilizado está começando a ser vendido no início do mês de Agosto e o "G4" não sairá de linha ainda.

Sedan compacto:


Fiat Siena
Permanece líder graças à soma da versão básica com o Grand Siena.
Hatch compacto "meio" premium:

Ford Fiesta
O modelo "Rocam" melhora suas vendas graças à sua relação custo-benefício.

Picape pequena:

Fiat Strada
Sofreu algumas alterações visuais para segurar a concorrência.

Sedans compactos premium:

Chevrolet Cobalt
Sedan não perdeu muito suas vendas, mesmo depois da "euforia" do lançamento.

Sedans médios:

Toyota Corolla
Mês a mês disputa acirradamente com o Honda Civic a liderança, alternando-se entre si.

Picapes médias:

Chevrolet S10
Mesmo após ganhar uma nova geração (e um aumento no preço de suas versões), picape se mantém no topo.

SUV compacto:

Renault Duster
Ele desbancou o até então imbatível Ford EcoSport graças à fórmula espaço+custo benefício melhor que o do Ford (e também por ser ainda uma novidade). 

Minivan de 5 lugares:

Honda Fit
O Fit é o líder da categoria.
Compacto premium:

Fiat Punto
O compacto premium líder recebe um facelift este mês que deixou o visual "pesado".

Van média:

Volkswagen Kombi
A soma das versões Standard e Furgão da veterana somam uma boa marca.



Hatch Médio:

Ford Focus
Depois que o carro recebeu mais atenção da mídia, virou líder da categoria.

Station wagon:

Volkswagen SpaceFox
Líder de um segmento ameaçado de extinção.

SUV médio:


Mitsubishi Pajero
Os valores incluem as versões TR4, Dakar e Full.

Multivan/ Furgão médio:

Fiat Doblò
Com a soma das duas configurações, o Doblò segue na liderança da categoria.




Furgão pequeno:

Fiat Fiorino
A veterana Fiat Fiorino é o único e absoluto nesta categoria.

Van/Furgão grande:

Fiat Ducato
Com a soma dessas configurações, o veículo é líder.

Mini-caminhão utilitário:

Hyundai HR
O preferido de empresas que demandam transportes ágeis.

Sedan grande:

Ford Fusion
O Ford é favorecido por não receber o imposto de importação.

Minivan de 7 lugares:

Chevrolet Zafira
Como a Nissan conta a livina com sua versão Grand, a Zafira lidera por ser a7 lugares como versão dominante (e única). Será substituída pela Spin, que terá versões de 5 e 7 lugares.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Série IPI, parte 2: A história recente das "Reduções de IPI" e o "Aumento dos importados"

Ao longo da história do Brasil, principalmente a recente teve promoções de IPI reduzido, até foi criado o Dia Nacional Sem Imposto (25 de maio), mas só achei na web coisas a respeito das reduções de IPI dos períodos de dezembro de 2008 até setembro de 2009 e de maio de 2012 em diante.

Mas primeiro vou começar com uma pergunta que deveria ser respondida para abrir os olhos do brasileiro.




Por que o governo propõe um programa temporário para reduzir o IPI? Qual a real intenção?

Para estimular as vendas de carros 0Km, que estavam diminuindo sensivelmente nos períodos anteriores às quedas do IPI (no primeiro período se deve à crise mundial), o governo aprovou um projeto temporário que visava diminuir o IPI e, consequentemente, o preço dos veículos. Como o consumidor não resiste à tentação das promoções e descontos, causa a ilusão de que o governo está sendo "bonzinho" e que a economia do país está muito "melhor". Mas o governo foi esperto: acabou diminuindo o preço dos carros, mas aumentou o número de veículos vendidos e causou um novo recorde de vendas em 2008 e 2009. Isso diminui o "prejuízo" do governo. Depois do período da "euforia" e da prorrogação da redução do imposto, as vendas pararam de crescer e começaram a encolher nos anos seguintes. Por isso foi feita uma nova "redução do IPI" em 2012, com o mesmo objetivo (e a mesma intenção e estratégia). Está acontecendo algo semelhante (inclusive a queda do preço dos usados e prejudicou quem havia comprado um 0Km antes das reduções de IPI), mas não se sabe se quebrá o recorde de vendas. Muitas vezes o povo se esquece que o governo só diminui um único de seus impostos de forma temporária, prova de que o governo continua charlatão e velhaco. O ideal seria se todos os impostos fossem reduzidos e de forma PERMANENTE, pois com o valor de impostos que pagamos éramos para ser um país de 1º mundo (isso que os desenvolvidos pagam muito menos impostos que a gente). Além disso o governo deveria parar de iludir o povo e começar a aplicar o dinheiro na educação, na saúde, na segurança, erradicar a pobreza, investir em infraestrutura, aumentar o salário mínimo e ainda sobraria muito dinheiro (milhões de brasileiros ganham somente R$622,00 e muitas vezes têm filhos para sustentar e pagar contas de água, luz, comprar comida e vestuário e não sobra nada no final do mês.



Por que houve um aumento no IPI dos importados a partir de dezembro de 2011?

A resposta para essa pergunta seria o protecionismo. Ao anunciar a medida, em setembro de 2011, o governo disse que a intenção era proteger a indústria automobilística nacional. Em termos de volume, Argentina e México são os principais fornecedores de carros importados para o Brasil -montadoras instaladas no país como General Motors, Fiat, Ford, Nissan, Peugeot Citroën e Renault trazer de plantas argentinas e mexicanas alguns modelos vendidos aqui. Além de serem excluídos do aumento do IPI, esses carros também conseguem escapar da taxa de importação por terem acordo comercial com o Brasil. Outro objetivo seria tentar atrair empresas ainda não instaladas no Brasil. Exemplos são as montadoras chinesas Chery e JAC e a alemã BMW, que pretende montar o novo Série 1 no Brasil. Os aumentos foram entre 1,5% a 18%, dependendo da montadora.



Os números das reduções:

                            2008
Motores                Valor antigo     Valor novo
Até 1.0                        7%                  0%
De 1.0 a 2.0               13%                6,5%
Acima de 2.0              25%                25%

                            2012
Motores                Valor antigo     Valor novo
Até 1.0                        7%                  0%
De 1.0 a 2.0 (flex)       11%               5,5%
De 1.0 a 2.0 (gas.)      13%               6,5%
Acima de 2.0              25%                25%
Utilitários                     4%                  1%

*Todos os valores não constam os 30% dos importados

Série IPI, parte 1: O que é o IPI? Como ele funciona?

Bom, meus amigos, vocês certamente já ouviram falar do imposto IPI, mas nem todos sabem o que é, como surgiu, e outras coisas. Realmente é um peso a mais em nossos bolsos, não só nos veículos, mas em tudo o que é industrializado (até mencionei esse imposto no post anterior). Antes de ver como ele é aplicado em automóveis, vamos conferir o que é o IPI e onde se aplica.

IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados



Introdução
O imposto sobre produtos industrializados (IPI) incide sobre produtos industrializados, nacionais e estrangeiros.
Suas disposições estão regulamentadas pelo Decreto 7.212/2010 (RIPI/2010).
O campo de incidência do imposto abrange todos os produtos com alíquota, ainda que zero, relacionados na Tabela de Incidência do IPI (TIPI), observadas as disposições contidas nas respectivas notas complementares, excluídos aqueles a que corresponde a notação "NT" (não-tributado).


Como funciona o IPI?

O IPI incide sobre a produção. Ao vender um produto industrializado incide uma alíquota - que varia de acordo com o produto - diretamente sobre o preço deste produto. Se a empresa que está adquirindo o produto for utilizar o mesmo para revendê-lo de alguma forma, irá utilizar o valor deste imposto como crédito no cálculo do IPI a pagar. É um imposto federal. Ou seja, a empresa propõe um preço, adiciona o valor IPI (a alíquota), diferente para cada categoria, depois o valor pago pelo consumidor é calculado pelas revendas, repassado à central da indústria e do valor dos impostos é repassado ao governo, que sai do dinheiro pago pelos consumidores (isso sem contar outras etapas, mas não achei muita coisa sobre o assunto).

O Conceito de Produto Industrializado
Produto industrializado é o resultante de qualquer operação definida no RIPI (Regulamento do Imposto sobre Produtos industrializados) como industrialização, mesmo incompleta, parcial ou intermediária. (você pode conferir os artigos desse regulamento neste website, onde estão contidos os artigos desse regulamento.  
Veja alguns deles no parágrafo seguinte:


Esse imposto atinge produtos industrializados na maioria de suas etapas: na transformação da matéria-prima, beneficiamento (modificação) do produto, na montagem de um novo produto, os industrializados que são embalados de forma que altere sua apresentação (exceto quando é apenas para o seu transporte) e os produtos reciclados nas indústrias.
Não são consideradas industrializações os alimentos não embalados(exemplos: em lancherias, sorveterias e outros de venda direta), confecções e produtos caseiros, artesanato, manipulação de remédios, construções, instalações (oleodutos, usinas de energia, de redes de telefonia, etc.), instalação de novas indústrias, montagem de óculos, conserto ou restauração de produtos, dentre outros.
Os estabelecimentos comerciais são os que executam qualquer uma das operações de industrialização, que resultam em produto tributado. Os estabelecimentos comerciais são: importadoras de produtos, bem como venda em suas filiais e no varejo, venda de produtos às firmas feitos por terceiras para construírem outros, como a remessa de matérias-primas e embalagens e os atacadistas, em alguns casos.
Produtos industrializados isentos do IPI: Livros, Jornais e o papel destinado à sua impressão, produtos industrializados destinados ao exterior, ouro, energia elétrica, derivados do petróleo, combustíveis e minerais nacionais.
São obrigados a pagar como contribuintes: os importadores, empresas (ou pessoas jurídicas) e estabelecimentos industriais.
Fato gerado do IPI é desembaraço aduaneiro (quando a Receita Federal libera um produto importado) de produtos estrangeiros. O período de apuração do IPI é mensal e o recolhimento se dá até o 25º dia. Se o dia de vencimento não for útil, considerar-se-á antecipado para o dia útil antecedente.

ATENÇÃO: nem todo produto isento de IPI, industrializado ou não, é isento de IPI. Sempre há algum outro imposto...

Mais tarde postarei postarei sobre o IPI nos carros e como foi aplicada sua redução.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Preço de carro no Brasil é praticamente o dobro dos EUA; compare aí



Estou trazendo um artigo feito pelo blog do Estadão sobre a disparidade entre o preço dos nossos caros carros e dos baratos norte-americanos:

O mesmo carro no Brasil custa o dobro ou até mais em comparação com o preço nos Estados Unidos, segundo levantamento feito por Alcides Leite, colaborador do blog Radar Econômico.


O Toyota Corolla GLI 1.8 mecânico, por exemplo, sai por R$ 65.959 no Brasil, equivalente a US$ 39.500. Já o consumidor nos EUA paga entre US$ 17.300 a US$ 19.000, a depender do imposto em cada Estado norte-americano (lembrando que cada estado americano tem artigos de legislação próprios, além dos federais).


Com este post, o blog Radar Econômico inicia uma série sobre preços praticados no Brasil e em outros países. Leite pesquisará dados disponíveis na internet e fará os cálculos que permitem uma comparação confiável.


Aqui no esquema abaixo estão os valores dos carros na média dos impostos nos estados dos EUA e o valor dos carros praticado em todo o Brasil. Todos são veículos equivalentes.
Sedans médios
Brasil: Toyota Corolla  GLI 1.8 mecânicoUS$ 39.500 (R$ 65.959)*
EUA: Toyota Corolla 1,8 mecanicUS$ 18.150

Brasil: Honda Civic LXS 1.8 mecânicoUS$ 39.916 (R$ 66.660)*
EUA: Honda Civic DX mecanicUS$ 16.595

Brasil: Nissan Sentra 2.0 L mecânicoUS$ 31.736 (R$ 53.000)*
EUA: Nissan Sentra 2.0 mecanicUS$ 16.325

Sedans grandes
Brasil: Hyundai Azera GLSUS$ 50.898 (R$ 85.000)*
EUA: Hyundai Azera GLS US$ 26.765


Brasil: Ford Fusion 2.5 SEL    
EUA: Ford Fusion 2.5 SEL                             


US$ 41.750(R$ 84.500)**
US$ 25.425
SUVs médios
Brasil: Toyota RAV4 2,4L 4-CilUS$ 54.491 (R$ 91.000)*
EUA: Toyota RAV4 2WD 2,5L 4-cylUS$ 22.025 a US$24.000

Brasil: Honda CR-V LX MT 2.0 4x2 

US$ 41.460 (R$83.920)**
EUA: Honda CR-V 2WD LX 2.0 MTUS$ 22.495

*Cotação de 2011
**Cotação atual

Galeria de imagens:

Sedans Médios
Toyota Corolla
Honda Civic

Nissan Sentra

Sedans Grandes: 
Hyundai Azera

Ford Fusion

SUVs médios:
Toyota RAV4

Honda CR-V

Opinião final de Malcon Silveira:
É um absurdo o que o governo brasileiro cobra pelos nossos automóveis, que enquanto os americanos possuem carros médios ao mesmo preço dos populares brasileiros, que são bem mais atrasados em tecnologia. Enquanto nós babamos por um Fusion ou por um Civic, eles os têm como carros normais do dia-a-dia deles. Levando em conta que há o lucro das montadoras maior sobre nossos carros, somado com nossos impostos altíssimos tem como resultado o dobro do valor em relação à terra do Tio Sam. Isso sem contar que o salário mínimo deles é muito maior que o nosso. Por isso é que vemos muitos carrões em filmes e seriados norte-americanos. Dá inveja, né gente?