segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ford Fusion x Chevrolet Malibu LTZ x Azera

Novo Fusion 2.0
Esse é o Malibu LTZ, importado dos EUA
Este é o visual do Azera
Atire uma pedra no lago e aprecie as ondas concêntricas em movimento. Agora olhe os números do nosso mercado de carros e imagine os círculos virtuosos: assim como os carros populares se tornam cada vez mais acessíveis a quem nunca pôde ter o seu, também os segmentos superiores se beneficiam da sucessão de ondas prósperas que banham nossa economia. E a praia dos sedãs grandes, acima de Toyota Corolla e Honda Civic, é uma das que prometem temperatura alta neste ano. O primeiro movimento foi feito pela GM, com a importação do Chevrolet Malibu, sedã maior e mais sofisticado que o Vectra nacional. Até outubro, a Hyundai deve lançar o Sonata e depois a Kia traz o Cadenza. Neste comparativo, reunimos a novidade, Malibu, com dois veteranos, Ford Fusion e Hyundai Azera, se é que se pode designar assim representantes de um segmento que até pouco tempo atrás nem existia no país. Se você faz parte da classe emergente dos sedãs médios, fique atento.

Os carros aqui reunidos representam propostas de três escolas diferentes. Fusion e Malibu são projetos americanos, o primeiro “hecho en México”, o segundo “fabriqué au Canada”, mas com estilos bem diferentes. O Fusion é mais esportivo. Seu design tem um visual agressivo, conseguido por cortes oblíquos nas formas da grade dianteira e das lanternas traseiras. Internamente, a esportividade aparece nas superfícies metalizadas, no painel, e nos bancos de couro, com costuras de linha branca.

O Malibu, por sua vez, demonstra uma forte inclinação para o estilo retrô, mostrando referências aos Chevrolet dos anos 50 e 60, com maior influência do esportivo Corvette, tanto por fora, em detalhes como o desenho das lanternas traseiras, como por dentro, no painel formando dois nichos (motorista e passageiro) bem definidos.

O Azera “guksan” (em coreano, produto nacional) prima pela discrição. Ao contrário do Sonata, cheio de vincos e volumes, o Azera parece concebido para não chamar atenção. Sua grade dianteira é comum e falta ousadia aos faróis. No entanto, dois detalhes o absolvem da acusação de falta de personalidade: a linha que desenha os para-lamas traseiros e o painel com desenho clássico.

Os três sedãs se revezam na apresentação das qualidades. O Azera, por exemplo, se diferencia por ser o único a trazer repetidores de pisca nos retrovisores e volante com ajustes elétricos, um recurso que muito sedã de luxo não tem. No Fusion, a exclusividade fica por conta da chave completa (com controle remoto para abertura de portas) e da paleta com sete opções de cores para iluminação do painel. E só o Malibu tem os limpadores do para-brisa do tipo flat blade, rodas aro 18 e alto-falantes Bose.

Os projetistas coreanos tiveram mais cuidado na seleção dos materiais de acabamento. No Azera, as peças têm melhor aparência e são mais agradáveis ao toque. No Chevrolet houve mistura de materiais. Na parte superior do painel, por exemplo, a superfície é macia. Mas o console é de plástico áspero. Como aspectos positivos, no Malibu vale destacar o bom efeito do filete que imita madeira e se estende do painel até as portas e os botões emborrachados do sistema de som. No Ford, predomina o plástico duro que some apenas no compartimento dos instrumentos e no alto das laterais das portas revestidas com o mesmo couro (sintético) dos bancos.

O espaço interno é maior no Malibu (veja as dimensões nas fichas técnicas). Mas o Azera é muito mais atencioso com quem viaja no banco de trás. Ele é o único a ter saídas de ar-condicionado voltadas para a região traseira da cabine. O Malibu vem com uma exclusiva tomada de 110 V, ao lado da de 12 V, mas não oferece mais nada aos passageiros de trás, nem o descansa-braço entre os assentos, como existe nos demais. E o Fusion é o pior. Sem ar-condicionado e sem tomadas na segunda fila.

A Ford também economizou no acabamento do compartimento do motor. Na dianteira, o Fusion é o único que não possui uma tampa para esconder cabos e mangueiras e também só ele obriga o motorista a levantar o pesado capô com as mãos. Os outros dois têm os motores com tampas estilizadas e não exigem esforço algum para abrir e fechar o capô, sustentado por amortecedores. No portamalas, o carpete do Azera é de melhor qualidade em comparação com o dos rivais. Mas a GM providenciou um tapete sobreposto ao carpete que disfarça bem esse ponto fraco no Malibu.

Dinamicamente, os três apresentam receitas que combinam conforto e dirigibilidade em doses equilibradas, embora em porções diferenciadas. Condizente com seu visual, o Fusion é o dono da direção mais pesada e da suspensão mais firme. Ele permite um modo de direção com mais atitude por parte do motorista. O Malibu tem a direção um pouco lenta, o que convida o motorista a relaxar e conduzir no mesmo ritmo. Mas sua suspensão consegue um bom compromisso entre suavidade e estabilidade. O melhor conjunto fica com o Azera, que esquece a timidez revelada no design para apresentar respostas eficientes mesmo tendo a direção leve e a suspensão macia. No dia a dia, o motorista se sente a bordo de um carro confortável, mas ao mesmo tempo rápido, que transmite confiança nas manobras.

O Azera também demonstrou superioridade no conjunto mecânico. Seu motor 3.0 V6 de 245 cv é bem mais forte que o 2.5 de 173 cv do Fusion e que o 2.4 de 171 cv do Malibu, esses de quatro cilindros. Na transmissão, o Hyundai conta com uma caixa sequencial de cinco marchas, com a opção de trocas manuais, na alavanca. Por sua vez, o Malibu se vale de um sistema sequencial de seis marchas, com trocas no volante, e o Fusion tem um sistema de seis marchas automático convencional.

Na pista de testes, deu a lógica. Ou seja: o Azera disparou na frente. Nas provas de aceleração de 0 a 100 km/h, ficou com o tempo de 8,2 segundos, enquanto o Fusion gastou 10,4 segundos e o Malibu, 10,7 segundos. Nas medições de consumo, também não houve surpresas. Quem andou mais gastou mais. O Hyundai foi para o fim da fila, com as médias de 7,4 km/l na cidade e 11 km/l na estrada, contra 8 e 12,6 km/l conseguidas pelo Chevrolet, respectivamente. A dianteira ficou com o Ford, com 9,1 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada.

O Malibu conseguiu ser o primeiro nas provas de frenagem. Vindo a 80 km/h, ele precisou de exatamente 25 metros para parar, sendo seguido pelo Azera, com a distância de 25,8 metros e, por último, pelo Fusion, que percorreu 28,3 metros até a parada. Todos têm ABS. O Malibu é o único que dispõe de discos ventilados nas quatro rodas. Os outros têm discos ventilados na frente e sólidos atrás.

Em relação aos equipamentos, os sedãs são bem servidos. Todos têm ar-condicionado, airbags, ESP e piloto automático, entre outros itens. O Malibu vem com um pacote fechado, portanto, tudo o que se vê nas fotos é de série. O Fusion tem apenas o teto solar como opcional. E o Azera dispõe de uma lista de recursos complementares. A versão apresentada aqui traz todos: teto solar elétrico, faróis de xenônio, sistema de som Infinity e bancos elétricos com memórias. Com exceção do Fusion, que é apresentado em duas versões –2.5 SEL e 3.0 V6 SEL –, os demais têm apenas uma configuração.

Aqui, optamos pela versão de quatro cilindros do Fusion, por esta ter o preço mais interessante. O Fusion 2.5 SEL custa 80 920 reais, enquanto o 3.0 V6 SEL sai por 99 900 reais. O Azera tem preço sugerido de 90 000 reais, na versão básica. E o Malibu sai por 89 900 reais. Em maio do ano passado, nós fizemos um teste comparativo entre o Azera e o Fusion V6, em que houve maior equilíbrio entre os dois na pista, mas o Ford ficou em desvantagem no preço. No que diz respeito ao pósvenda, a Hyundai tem a seu favor a bandeira da garantia longa, de cinco anos, enquanto a Ford oferece três anos e a GM, apenas um. Em compensação, as rivais acenam com redes de assistência maiores e peças com preços menores. Fizemos uma rápida pesquisa com proprietários de Azera e de Fusion (o Malibu ainda é muito novo no mercado) e descobrimos que os moradores de São Paulo (capital) estão satisfeitos com o atendimento e com os serviços das autorizadas Hyundai e Ford. Mas no interior de São Paulo e em outros estados houve queixas contra as duas marcas quanto à qualidade dos serviços prestados.

No fim do comparativo, a conclusão é que qualquer um dos três modelos tem todas as condições de contentar o consumidor exigente que parte de um sedã médio como Corolla ou Civic. O upgrade é considerável. O comprador pode optar por um deles levando em conta apenas o gosto pessoal, sem medo de se arrepender. Isso mostra que o amadurecimento do mercado não se dá apenas em número de opções, mas também na qualidade dos produtos. Racionalmente, porém, analisando preço, acabamento, quantidade de equipamentos e desempenho, o Azera oferece mais vantagens, seguido pelo Fusion e este pelo Malibu.



MALIBU

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção é um pouco lenta. Já os freios se mostraram eficientes. E a suspensão tem bom compromisso entre conforto e estabilidade.
XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Tem trocas no volante, mas as relações de marcha são longas. Seu consumo foi maior que o do Fusion, de quatro cilindros.
XXX

CARROCERIA
O design é bonito, com atenção nos mínimos detalhes, e o acabamento é superior ao do Fusion.
XXX

VIDA A BORDO
O Malibu é espaçoso, bem equipado e silencioso ao rodar.
XXXX

SEGURANÇA
Tem ABS, controle de tração, ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Custa tanto quanto o Azera, é menos equipado e tem motor V6. Sua garantia é de um ano apenas.
XXX




FUSION

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Seus freios perdem em eficiência para os dos rivais. Direção e suspensão têm calibragens ligeiramente mais rígidas.
XXX

MOTOR E CÂMBIO
O motor tem fôlego. O Fusion foi o mais econômico do teste, mas o câmbio não vai além do convencional.
XXXX

CARROCERIA
O último face-lift deixou o Fusion mais esportivo e chamativo, apesar de os projetistas terem abusado do plástico.
XXX

VIDA A BORDO
Ele tem ar-condicionado dual-zone e volante multifuncional. Mas é desatento com quem viaja no banco traseiro.
XXX

SEGURANÇA Vem com ABS, controle de tração e ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Ele não é tão bem equipado como o Azera, mas custa menos. Tem três anos de garantia.
XXXX




AZERA

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
A direção é leve e a suspensão é macia, porém estável. E os freios param com segurança.
XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Além de ser maior e mais potente que o dos rivais, o motor trabalha em harmonia com o câmbio, sem ruídos e vibrações, com respostas rápidas.
XXXX

CARROCERIA O estilo é muito conservador, mas o interior clássico agrada. O acabamento tem qualidade superior.
XXXX

VIDA A BORDO O volante tem ajuste elétrico, assim como os bancos. Quem viaja atrás tem porta-revistas, tomada 12 V e saídas de ar-condicionado.
XXXX

SEGURANÇA
Tem ABS, controle de tração, ESP e seis airbags.
XXXX

SEU BOLSO
Ele custa mais que o Fusion, mas oferece melhor custo-benefício. Sua manutenção é mais cara. A garantia é de cinco anos.
XXXX

Resultados:

Segundo lugar:
Com 21 pontos, o Malibu empatou com o Fusion

O Fusion também teve 21 pontos, empatando com o Malibu LTZ
Primeiro lugar: 
Este é o painel do Azera, campeão do comparativo com 24 pontos.

Mitsubishi Eclipse



















Passando próximo do vinhais olhei esse belo Eclipse branco que está pra vender na loja Auto Marcas, e como sempre tive que pedir autorização para fazer essas fotos.
Fui atendido por uma vendedora muito educada que autorizou as fotos e pediu pra que eu ficasse á vontade na loja,não tem coisa melhor pra um fotografo de carros ouvir essas palavras mágicas "fique á vontade".No meu ponto de vista o Eclipse está em ótimo estado de conservação tais como:pintura,acabamentos dos bancos,painel-resumindo tudo estava ótimo estado de conservação no primeiro olhar só não perguntei o preço nem me toquei de pergunta pra vendedora fica pra próxima essa parte e agora vamos as fotos.

domingo, 19 de setembro de 2010

Nova Saveiro Cross 1.6 Total Flex

Esta é a Saveiro Cross, oferecida nas cores vermelho, laranja, prata, branco e preto.

Apresentada em setembro do ano passado, em seis versões (duas opções de carroceria e três pacotes de acabamento e conteúdo), a nova geração da VW Saveiro acaba de ganhar mais uma versão: a aventureira Cross. Agora são sete versões, ante as 12 da líder Fiat Strada. Mas a novidade desse lançamento não é apenas a ampliação da linha da picape e sim o surgimento de uma “família Cross”, como já é chamada internamente, na Volkswagen. A Saveiro, que chega depois do Fox, sinaliza a vinda de outros modelos. Quando questionados, os executivos da Volks brincam, gesticulam e elevam o tom de voz para desconversar. No entanto, a SpaceFox, que em breve será reestilizada com a nova frente do Fox, é uma forte candidata a se tornar Cross.

Segundo o departamento de marketing da empresa, o CrossFox responde por 25% das vendas do Fox. A Saveiro Cross deve ficar com cerca de 20% do mix da Saveiro. São números que encerram uma antiga celeuma interna, quando havia resistência ao conceito do pioneiro CrossFox: uma ala mais ortodoxa era contrária ao projeto sob o argumento de que o carro não poderia parecer o off-road que na realidade não era. Como contra os argumentos há os fatos, o fato é que a mudança de hábito tem dado bons resultados.

Os pontos de identificação da família Cross que já estão no Fox e que agora aparecem na Saveiro são as lanternas escurecidas, a grade preta e a enorme entrada de ar, na parte inferior do para-choque dianteiro, em forma de um trapézio cuja base maior faz parecer a boca de alguém bravo ou mal-humorado. A Saveiro tem algumas particularidades. As faixas laterais, que no CrossFox são adesivas, ganharam o volume de borrachão na Saveiro. Os arcos das rodas e os estribos também são ligeiramente diferentes. E o estepe foi colocado sob a caçamba e não na porta traseira, como no CrossFox. Outra característica exclusiva da Saveiro Cross é o rack do teto, que recebeu prolongamentos laterais até metade da caçamba. Essa peça foi a mais complicada de ser projetada, segundo Luis Veiga, gerente-executivo de design. Isso porque, de acordo com as normas da casa, ela não poderia ser simplesmente um enfeite: deveria ter uma função (como se beleza não tivesse utilidade). Assim, o rack foi feito de modo que pudesse servir de apoio em toda sua extensão e não apenas sobre o teto – e sem atrapalhar a instalação da capota marítima, que é item de série na Saveiro Cross, e tampouco a fixação da carga, que conta com ganchos deslizantes na caçamba.

Por dentro, a Saveiro herda o painel do Gol, mas com acabamento mais sofisticado e bem cuidado. O conjunto é sempre de duas cores e há detalhes exclusivos como os anéis polidos ao redor dos mostradores e das saídas de ventilação. Os bancos têm o mesmo revestimento aplicado no CrossFox, que usa tecido na parte central e couro sintético nas laterais. A diferença, nesse caso, é que no Fox o tecido tem relevo em forma de ondas, enquanto na Saveiro o desenho se assemelha a uma trilha deixada pelo pneu de um jipe militar (que tem desenho simétrico para confundir quem tenta descobrir o sentido do deslocamento).

Tênis de corrida
A Cross é a versão topo-delinha da Saveiro. Ela custa 41 840 reais sem opcionais e 47 930 reais completa, ou seja: com ar-condicionado, sistema de som, volante multifuncional, airbag e ABS. Frente à concorrência, a Fiat Strada Adventure Locker parte de 46 820 reais e chega a 50 071 reais, incluindo sistema de som, airbag e ABS como opcionais, visto que ar-condicionado é item de série.

Segundo a VW, não foi necessário fazer alterações técnicas na Saveiro Cross, em razão das mudanças visuais. A suspensão não foi recalibrada, a transmissão manteve as relações de marcha iguais e o motor 1.6 continua com a mesma programação eletrônica. Quem dirige a Saveiro Cross, no entanto, sente que ela se comporta de modo diferente das irmãs. Ela é mais confortável e gostosa de dirigir. E a explicação para isso está nos pneus, que, embora tenham a mesma medida 205/60 R15 dos da versão Trooper, são pneus de uso misto, 70% asfalto e 30% terra, que têm a banda de rodagem mais emborrachada. Esses pneus são como bons tênis de corrida, que diminuem o impacto e tornam o contato com o piso menos áspero, sem comprometer a estabilidade.

Na pista de testes de Limeira, a Saveiro Cross contornou as curvas com o mesmo equilíbrio que as irmãs já haviam demonstrado, tanto no aspecto direcional quanto na rolagem da carroceria. E, na hora de parar, a Cross transmitiu até mais confiança, parando em espaços mais curtos que a Trooper, por exemplo. Vindo a 80 km/h, a Cross precisou de 26,5 metros para frear, ao passo que a Trooper percorreu 27,6 metros.

Nas provas de desempenho, a Saveiro Cross suou a camisa mas ficou atrás da irmã nas medições de aceleração e de retomada. De 0 a 100 km/h, a Saveiro Cross levou 13,3 segundos, enquanto a Trooper fez o mesmo em 12,3 segundos. E, nas retomadas de 60 a 100 km/h em quarta marcha, os tempos foram de 14,7 contra 14,2 segundos, respectivamente. Além disso, o consumo da Cross foi maior. Ela ficou com as médias de 6,4 km/l na cidade e 8,5 km/l na estrada, enquanto a Trooper conseguiu 6,7 e 9,3 km/l.

Um motor mais potente faria bem para a Saveiro Cross. O motor 1.6 da Saveiro gera 104 cv com álcool, enquanto o 1.4 EconoFlex da GM conta com 105 cv. O 1.8 da rival Strada Adventure, por sua vez, tem 114 cv. Mas mudanças nesse sentido estão fora dos planos da fábrica. Segundo o gerente-executivo de marketing, Fabrício Biondo, com o lançamento da Cross a VW encerrou o ciclo de novidades da Saveiro.



CROSSOVER



No Salão do Automóvel de 2006, a VW apresentou uma SpaceFox aventureira dizendo tratar-se apenas de um estudo de design. Batizada de SpaceFox Crossover, a perua já trazia elementos adotados na família Cross atual, como os faróis duplos com lentes escurecidas e o nome da versão aplicado no para-choque dianteiro.



DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Os pneus de uso misto deixaram a picape mais confortável. E eficiente, nas frenagens.
XXXX

MOTOR E CÂMBIO
A caixa de câmbio é referência na indústria, mas o motor tem pouca potência. Precisa evoluir.
XXX

CARROCERIA
O visual aventureiro caiu bem no design moderno da picape.
XXXX


VIDA A BORDO
Esta versão é bem equipada, tem 16 portatrecos. Mas poderia vir com ar-condicionado de série, como a concorrente Strada.
XXXX

SEGURANÇA
Tem para-brisa dégradé, cintos de segurança de três pontos com ajuste de altura, mas ABS e airbags são opcionais.
XXX

SEU BOLSO
Mesmo completa, a Saveiro Cross chega com preço competitivo. A garantia é de um ano, mas chega a três, para motor e câmbio.
XXXX



OS RIVAIS

Strada Adventure Locker


Por 46820 reais, você leva ar-condicionado e bloqueio de diferencial de série.

Strada Adventure CD

Para quem quer mais cabine e menos caçamba, esta sai por 48970 reais.

Fonte: Quatro Rodas

sábado, 11 de setembro de 2010

Coração de Monstro





Primeiramnte peço-lhes desculpas pela demora da postagem dessas fotos meus caros leitores do CDL SLZ então vamos a ficha técnica do coração da SL63 AMG///:
Ficha Técnica:
-Motor-Dianteiro,longitudinal,V8,6.2 32v
-Potência-525 cv(6.800 rpm)
-Torque-87,1 MKGP(5.200 rpm)
-Transmissão-automática,7 velocidades,tração traseira
-Suspensão-independente nas 4 rodas,multibraço(D/T)
-Freios-discos ventilados(D/T)
-Rodas e Pneus-255/35 R19(D),286/30 R19(T)
-Dimensão-(comprimento/entre eixos/largura/altura
4,53M,2,56M,2,03M,1,29M
-Peso-1,970 kg
-Porta malas-235 litros
Tanque-80 litros
E aqui finalizo à postagem do ano e fica um agradecimento ao proprietário da SL pelo passeio inesquecível.

domingo, 5 de setembro de 2010

Peugeot divulga fotos de um possível substituto do 307 Sedan

O novo 408 será vendido em 25 países da América

O 408 irá substituir o 307 Sedan

A Peugeot divulgou as primeiras imagens oficiais do 408, previsto para ser vendido em 25 países da América. Fabricado na Argentina, entrará no Brasil sem pagar impostos de importação, para substituir o atual 307 Sedan.
A novidade será exibida aos brasileiros durante o Salão do Automóvel de São Paulo, mas só deve chegar às ruas no ano que vem. O carrão fará a estreia do novo logotipo da marca, com o leão reestilizado.
O substituto do 307 Sedan que teremos por aqui será uma configuração exclusiva para o continente latino americano, feito com base no 408 europeu. Terá 4,68 metros de comprimento e 1,81 de largura.

Ele será vendido em:
Brasil
Argentina
Paraguai
Bolívia
Venezuela
Equador
Suriname
Guiana
Panamá
Guatemala
El Salvador
Honduras
Chile
Haiti
Costa Rica
Cuba
México
Canadá
Estados Unidos
Belize
Nicarágua
Dominica
Rep. Dominicana
Jamaica
Bahamas

Kia fará recalls de Sorento e Mohave

A Kia Motors anunciou nesta quinta-feira (2) o recall dos modelos Soul e Sorento nos Estados Unidos por má fixação do sistema de iluminação das portas, que pode pegar fogo. No Brasil, os modelos afetados pelo problema são o Sorento (modelo 2011) e o Mohave (modelo 2010). No entanto, de acordo com a Kia Motors do Brasil, o recall será divulgado em breve.
Ao todo, segundo a fabricante, serão convocadas 1.440 unidades do Sorento e 367 unidades do Mohave.

Confira as séries de chassis do modelos envolvidos

Kia Mohave
De KNAKN811DA5048913 a KNAKN813DB5059848

Kia Sorento
De KNAKU811BB5079218 a KNAKU813DB5107938


Os proprietários de tais veículos deverão procurar a rede de concessionárias da marca para que a substituição gratuita do chicote da iluminação superior do revestimento da porta seja feita.

Segundo a Kia Motors, o Soul não entrará no recall no Brasil porque a versão brasileira do modelo possui configuração diferente da vendida no mercado norte-americano, apesar de serem produzidos na mesma fábrica.
O problema, identificado nos Estados Unidos pelo National Highway Transportation Safety Administration (NHTSA), afeta 35 mil unidades do Soul e 11 mil unidades do Sorento, produzidos na planta norte-americana da fabricante. As unidades apontados foram produzidas entre 7 de setembro de 2009 e 30 de julho de 2010.
A troca das peças começará a ser feita ainda este mês. Não houve registros de acidentes causados pelo problema até o momento.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Primeiro lugar

Renault Mégane Grand Tour

A Mégane venceu dois adversários de peso: Fielder e 307 SW


A Mégane se apresenta com boas credenciais para o segmento das peruas. A primeira delas é a relação custo/benefício. Ela custa 70 460 reais e traz de série - a mais que a Fielder - câmbio seqüencial, computador de bordo, piloto automático e comandos do rádio na coluna de direção. Por isso mesmo, neste comparativo, a briga da Mégane foi com a Peugeot. Com características, equipamentos e desempenho tão próximos, a Grand Tour venceu por ser mais barata, uma diferença de 9 400 reais em relação à 307. Dos números para os ângulos. De um lado, a Mégane traz linhas renovadas e tão acertadas quanto as do sedã - ela foi concebida no início do projeto, junto com toda a família. De outro, a 307 SW chega com um estilo mais ousado, recém-adotado na linha. No interior, as tonalidades mais escuras, o teto de vidro com cortina removível e os detalhes cromados colocam a 307 acima da rival. Ainda assim, não custa lembrar que as duas peruas oferecem bom espaço tanto internamente quanto no porta-malas, que supera os 500 litros.
A Renault conseguiu melhorar o acerto de suspensão da perua em relação ao modelo turco, avaliado por nós em primeira mão na edição de julho passado. Na época, a carroceria se inclinava demais nas curvas. Hoje o conjunto está mais firme, mas sem ter perdido a eficiência na absorção de impactos, característica que já se evidenciava na versão importada - uma receita que deixou a Grand Tour na frente da 307 SW no quesito suspensão.
Sabemos que não são maioria os que compram uma perua tendo o desempenho como fator decisivo. E nesse quesito a Mégane ficou um pouco atrás das rivais. Precisou de 12,4 segundos para chegar aos 100 km/h - 0,4 segundo mais lenta. Em compensação, parou na frente: foi ela quem obteve as melhores médias de frenagem.


MÉGANE GRAND TOUR - R$ 70 460

SUSPENSÃOA engenharia conseguiu melhorar as respostas da suspensão - em relação ao modelo turco testado por nós - no quesito estabilidade. Ficou bom.
Avaliação: XXXX

AO VOLANTE
Na direção, ao alcance dos dedos estão os comandos do rádio e do piloto automático.
Avaliação: XXXX

CARROCERIA
Visual acertado, bom espaço interno e portamalas generoso são as armas da Grand Tour para a briga no segmento.
Avaliação: XXXX
 
MOTOR E CÂMBIO
Foi ligeiramente inferior às rivais na pista. Mas o câmbio seqüencial traz agilidade à perua no dia-a-dia.
Avaliação: XXXXX

MERCADO
É novidade. Chega com garantia de dois anos (o terceiro é opcional, por mais 990 reais) e boa lista de itens de série.
Avaliação: XXXXX

Total: 22 pontos