segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Clássicos Brasileiros: Chevrolet Chevette GP - Parte 2

[CONTINUAÇÃO] O detalhe mais chamativo eram as faixas pretas foscas nas laterais, no capô e na tampa do porta-malas. Os contornos das janelas do GP também eram pretos (nos Chevette comuns eram de alumínio brilhante).

O mesmo acontecia com os braços dos limpadores de para-brisa. Em contrapartida, o cano de descarga tinha ponteira cromada. Havia "esportividade" no retrovisor externo, com carcaça em forma de cone, e nas rodas de tala larga (6 polegadas) com miolo preto e contorno por aço inoxidável brilhante. Na grade, charmosos faróis de neblina amarelos.
Por dentro, acabamento todo preto e um volante especial, com três raios e aro bem grosso - como de costume, a coluna de direção era torta para a esquerda. Os pedais eram os do Chevette SL, maiores que os da versão standard. Nem o painel era esportivo: sequer trazia um conta-giros...
Propaganda do Chevette GPII - 1977.
Os pontos a serem elogiados no comportamento do GP eram os mesmos de quaisquer outros Chevette: a direção rápida e precisa e a suspensão macia. A situação era tão vexaminosa para o Chevette GP original que, em novembro daquele ano, a General Motors apresentou a evolução do carro: era o GP II. A publicidade já não era promissora: enfatizavam mais a economia de combustível do que a esportividade. Mas o Chevette foi usado novamente como carro oficial do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1.

DIA 18/09 - PARTE 3 DA HISTÓRIA DO CHEVETTE GP

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