

Do lado, nota-se uma espécie de arco pintado em prata, que une as colunas “A” e “C”. A traseira possui lanternas com desenho muito parecido com as do utilitário esportivo Q5, inclusive nos refletores retangulares.


O interior tem um bom nível de acabamento, mas é mais simples do que os outros carros da marca. As saídas de ar redondas remetem ao cupê TT, enquanto que o painel de instrumentos é bem parecido com seus “irmãos” mais requintados.

No topo do console central fica a tela do sistema de navegação e entretenimento; os controles do ar-condicionado e do sistema de som Bose com 14 alto-falantes (vendido como opcional) ficam mais abaixo. Ar-condicionado digital, suspensão recalibrada, bancos esportivos e kit aerodinâmico da divisão S-Line compõem a lista de opcionais.

Inicialmente, o A1 será vendido com quatro opções de motorização, todas elas equipadas com injeção direta de combustível e turbocompressor. Dois dos conjuntos são movidos a gasolina (1.2 de 86 cv e 1.4 de 122 cv), enquanto que os outros dois utilizam diesel (ambas 1.6, com 90 cv ou 105 cv). O sistema start-stop (que desliga o motor do carro automaticamente para economizar combustível) e os freios regenerativos – que armazenam a energia desperdiçada em frenagens para alimentar os componentes elétricos – são oferecidos de série. Opcionalmente, o A1 pode vir com uma transmissão S-Tronic de sete velocidades com embreagem dupla.

Dados de consumo de combustível e emissões:
Consumo de combustível, uso cidade: 15,4 Km/L
Consumo de combustível, uso estrada: 21,7 Km/L
Consumo de combustível, uso misto: 18,8 Km/L
Essa maravilha custa aqui no Brasil R$ 89.900,00 segundo o site da Audi.















Fonte: Quatro Rodas
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